Porque carnaval não é carnaval sem CILADA.
Então decidi fazer uma viagem no feriado, primeiro pensei em ir pra praia, mas não estava afim de disputar um metro quadrado na areia na porrada.
Defini que iria pra Curitiba, afinal nunca conheci o Paraná, chamei a Katia e o Vitor, que toparam encarar o desafio.
Chegou sexta feira à noite, para tudo! Agora começam as ciladas:
1) Terminal rodoviário do Tiête em pleno feriado, da onde saiu tanta gente? Da onde vem tanta mala? Da onde surgiu tantas pessoas fedorentas?
2) O ônibus atrasa 1 hora pra sair.
3) O ônibus que chega não é nosso.
4) Pagamos por poltrona convencional com ar condicionado, viajamos num pau de arara dos anos 80, sem cinto de segurança, sem ar condicionado, com “poltronas” mais desconfortáveis que banco de praça.
5) Régis Bittencourt com trânsito infernal porque desabou um barranco na pista.
6) Um filho da puta abre a janela no talo, uma puta ventania do cão na minha cara.
Ok, chegamos vivos ao destino, estávamos pensando: “Se acontecer algum acidente na Régis, desliga o celular, vamos fazer uma morte Fake e recomeçar a vida no Paraguai”.
Pegamos o táxi para o hotel, fiz as reservas pela internet e juro: o hotel parecia ser normal! Quando entramos no quarto...
7) Imagine o quarto do jogos mortais... era bem pior.
Saímos desesperados do local, deixamos as malas no quarto e procuramos um hotel pelas ruas da capital curitibana, enfim conseguimos um hotel bacaninha.
Depois de fazer compras, beber umas cervejas, dormir e comer, fomos dar um role num festival de Psychobilly.
8) Pense nas noites do terror do Playcenter, o pessoal do role era mais feio do que os monstros. Era tanta gente feia junta que eu até passei mal, é sério.
Domingo achamos um role de metal, ta que eu não sou fã de Death Metal, mas até que pagar 2 reais pra entrar, 5 reais na garrafa de breja, não é dos piores roles.
Segunda era dia de conhecer a tão famosa casa de rock “Hangar”.
9) Além de gente feia, o som era ruim, puta merda ensina os piás a tocarem rock.
10) Só gente louca nas ruas daquela cidade... gente com sérios transtornos psiquiátricos.
Pra finalizar:
11) O Vitor é quase preso na rodoviária, não comentarei o incidente. rs
Apesar de tudo, o fato é que curtir demais.
Já ia esquecendo:
12) O Vitor tem chulé e a Katia não é fã de banho.
Frase do dia:
“Eu si divirto-me”
Então decidi fazer uma viagem no feriado, primeiro pensei em ir pra praia, mas não estava afim de disputar um metro quadrado na areia na porrada.
Defini que iria pra Curitiba, afinal nunca conheci o Paraná, chamei a Katia e o Vitor, que toparam encarar o desafio.
Chegou sexta feira à noite, para tudo! Agora começam as ciladas:
1) Terminal rodoviário do Tiête em pleno feriado, da onde saiu tanta gente? Da onde vem tanta mala? Da onde surgiu tantas pessoas fedorentas?
2) O ônibus atrasa 1 hora pra sair.
3) O ônibus que chega não é nosso.
4) Pagamos por poltrona convencional com ar condicionado, viajamos num pau de arara dos anos 80, sem cinto de segurança, sem ar condicionado, com “poltronas” mais desconfortáveis que banco de praça.
5) Régis Bittencourt com trânsito infernal porque desabou um barranco na pista.
6) Um filho da puta abre a janela no talo, uma puta ventania do cão na minha cara.
Ok, chegamos vivos ao destino, estávamos pensando: “Se acontecer algum acidente na Régis, desliga o celular, vamos fazer uma morte Fake e recomeçar a vida no Paraguai”.
Pegamos o táxi para o hotel, fiz as reservas pela internet e juro: o hotel parecia ser normal! Quando entramos no quarto...
7) Imagine o quarto do jogos mortais... era bem pior.
Saímos desesperados do local, deixamos as malas no quarto e procuramos um hotel pelas ruas da capital curitibana, enfim conseguimos um hotel bacaninha.
Depois de fazer compras, beber umas cervejas, dormir e comer, fomos dar um role num festival de Psychobilly.
8) Pense nas noites do terror do Playcenter, o pessoal do role era mais feio do que os monstros. Era tanta gente feia junta que eu até passei mal, é sério.
Domingo achamos um role de metal, ta que eu não sou fã de Death Metal, mas até que pagar 2 reais pra entrar, 5 reais na garrafa de breja, não é dos piores roles.
Segunda era dia de conhecer a tão famosa casa de rock “Hangar”.
9) Além de gente feia, o som era ruim, puta merda ensina os piás a tocarem rock.
10) Só gente louca nas ruas daquela cidade... gente com sérios transtornos psiquiátricos.
Pra finalizar:
11) O Vitor é quase preso na rodoviária, não comentarei o incidente. rs
Apesar de tudo, o fato é que curtir demais.
Já ia esquecendo:
12) O Vitor tem chulé e a Katia não é fã de banho.
Frase do dia:
“Eu si divirto-me”
A Hali não dá desgarga e acha que 15 banhos por dia vai resolver o problema do calor.
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